O centro político deve ter uma doutrina própria e uma
actuação específica: pugnar pelas opções de bom senso e tentar a conciliação
dos interesses. Ele não é a terra de ninguém onde se cavam trincheiras e se
levantam barricadas entre as opções antagónicas e inconciliáveis desses dois bastiões de preconceito, intolerância e azedume que dão pelos nomes de "esquerda" e "direita".